O Samuel Cruz para além de ser um apaixonado por viajar, é um verdadeiro aventureiro?
Desde Marrocos a Cabo Verde, de Itália á Suécia, atravessando pela Polónia e vindo até Espanha, partindo da Croácia e acabando na Alemanha, bastantes são os países visitados pelo Samuel!
Mas nada se compara à viagem da sua vida (pelo menos até agora! Como argumenta), como a jornada que fez em 2016 – desde a nossa simples Lisboa até ao abastado Dubai, passando pela dinâmica Singapura e terminando na maravilhosa Indonésia.
Sendo realidades completamente diferentes das nossas e mesmo umas das outras, o Samuel experienciou momentos nos quais nunca teria vivido se apenas se mantivesse no nosso continente e conta-nos o seu roteiro e os melhores momentos que viveu aqui!
Passando o Dubai, onde apenas uma coca cola no aeroporto lhe chegou a custar 12 dólares, e seguindo para Singapura, aclamada como Cidade estado do luxo, fica estupefacto com a quantidade de regras (algumas estranhas) que lá existem, mas também com a beleza e os arranha-céus que dominam a ilha. Neste pais de fortes contrastes seja a nível populacional, arquitetónico e de comércio, o Samuel apresenta-nos locais de forte referência turística:


“Parecem cidades completamente diferentes! No entanto estão apenas separadas por 3 paragens de metro!”



Deixando Singapura para trás e rumo á Indonésia, seguiu para Batam numa pequena embarcação, com a “sorte” de uma tempestade se avizinhar.
Pois não é qualquer um que arranjaria coragem para se aventurar em águas tão lindas e cristalinas mas tão temerárias, seja pelas condicionantes meteorológicas como por toda a vida marítima!
Chegado à Indonésia, conhecer apenas as cidades de Lombok ou Bali como é o roteiro habitual de qualquer turista não estava nos planos do Samuel! Queria mais e o seu objetivo era enfrentar o irreverente, o desconhecido, as paradisíacas ilhas fora do alcance ou da ambição de todos.
De apenas mochila às costas, equipamento de snorkeling, e numa simples scooter, o Samuel aproveitou e conheceu novas realidades de vida, locais dos mais remotos onde as condições para nós comuns normais a (agua potável, eletricidade ou cuidados médicos) não existem.
Onde até a fauna e a flora podem causar graves danos físicos, o Samuel andava de chinelo no pé e de mota para qualquer lado!


“”sim, de havaianas!””



Claramente Samuel ! Inofensivos…

Aproveitando esta viagem, o Samuel não só obteve mais carimbos no seu passaporte mas como também experiencia que o enriqueceu de cultura, de conhecimento e de vida.
E deixa-nos o conselho de que todos nos deveríamos aprofundar noutras realidades e destinos, pois realmente sentiu um crescimento pessoal, ganhou noção de vida, noção de tempo, de situações que nunca iria experienciar se não tivesse experienciado esta aventura. E calma! Não é apenas viajar para resorts, é conhecer verdadeiramente outra cultura diferente da nossa!
“Quem viaja expande horizontes, conhece novas pessoas, amplia laços afetivos e, acima de tudo, constrói memórias. Viajar é ampliar a visão que temos do mundo e de nós mesmos. “

O pior momento ?? O regresso a Lisboa ?