No dia 24 de setembro, a Wondercom reuniu na Sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, representantes do Estado, operadores, banca, energia e tecnologia para debater um desafio comum: como garantir que o país funciona, todos os dias, sem falhar. O Wondercom Summit 2026 contou com a Forbes Portugal como media partner e com a moderação da jornalista Fernanda Freitas.
Sob o mote “O desafio: a tecnologia e a execução lado a lado”, o Wondercom Summit 2026 partiu de uma ideia central: a Wondercom é a infraestrutura invisível que sustenta a economia real. Não é só tecnologia, nem só outsourcing. É sobre quem garante que tudo funciona.
A economia não pode parar
A abertura coube a Zuzana Fabianová, CEO da Wondercom, com a keynote “A Economia Não Pode Parar: O Papel das Operações Críticas”. Falou sobre o crescimento do grupo, o seu impacto real na economia e a entrada no setor público. Apresentou também a visão da Wondercom para 2026–2030, assente numa posição única que junta tecnologia, pessoas e execução.
Seguiu-se a keynote dedicada ao setor público, a cargo de Gonçalo Matias, Ministro Adjunto e da Reforma do Estado.
O Estado não pode parar
No painel sobre a Administração Pública estiveram Luís Farrajota, presidente do Instituto de Informática, I.P., Luís Goes Pinheiro, presidente do Conselho Diretivo da SPMS (Serviços Partilhados do Ministério da Saúde), e César Pestana, presidente do Conselho Diretivo da eSPap (Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública). Em debate estiveram a modernização do Estado, os serviços críticos, a digitalização, a continuidade operacional, a eficiência, a proximidade ao cidadão e a soberania tecnológica.
Infraestruturas inteligentes para um mundo sempre ligado
Diogo Madeira, da Huawei, trouxe uma visão internacional. Falou de conectividade crítica, da ligação entre a inteligência artificial e as redes e da importância de infraestruturas resilientes, sempre com o olhar posto na realidade portuguesa.
Manter Portugal a funcionar
O grande painel da manhã, moderado pela Forbes, juntou Roberto Freitas, da Vodafone Portugal, David Murargi, do Millennium bcp, e Nuno Coelho, da Wondercom. Resiliência, operações críticas, continuidade, inteligência artificial, cibersegurança, risco sistémico, execução em escala e independência tecnológica foram os temas em cima da mesa.
Um momento de pausa com Ana Bacalhau
Depois do coffee break, o Summit abriu espaço para a música, com a atuação de Ana Bacalhau.
A transição energética executa-se no terreno
O case study dedicado à energia juntou Pedro Ribeiro, da EDP, Samuel Ferreira, da Huawei, e Gonçalo Rêgo, da Wondercom. Falaram do crescimento do solar, da implementação em larga escala, da eficiência energética e dos desafios reais de execução.
Os bastidores das operações críticas
No painel “Como se Executam Operações Críticas em Escala?”, Pedro Silva, Paulo Silva e João Gonçalves, da Wondercom, levaram o público aos bastidores da operação. Falaram da coordenação nacional, das equipas no terreno, do crescimento rápido, da pressão operacional e de casos concretos, incluindo o que acontece quando algo falha.
Seguiu-se um quiz com os participantes.
O país que funciona, hoje e amanhã
O encerramento ficou a cargo de Nuno Coelho, diretor comercial da Wondercom. Fez a síntese do dia, deixou uma visão para o futuro e agradeceu a todos os presentes. O evento terminou com um momento de networking e entrevistas da Forbes.





















