Samuel Lopes, o músico que tens que conhecer

Rodeado pela suas seis guitarras – que fazem-no interromper o discurso para as contar – um piano e a sua mais recente aquisição, o estúdio de música que montou na sua sala no inicio da pandemia, o Samuel leva a Gazeta W numa viagem à sua infância, onde tudo isto começou.

“Há quem perca horas em frente a uma playstation”, o Samuel Lopes, supervisor da equipa de Field Service, da área de Lisboa, perde com as suas guitarras.

O Samuel é, conforme se definiu, um músico de “ouvido”. Desde a mais tenra idade que toca piano, sem nunca ter tido qualquer formação musical ou contato com alguém próximo que o instruísse.

Rodeado pela suas seis guitarras – que fazem-no interromper o discurso para as contar -, um piano e a sua mais recente aquisição, o estúdio de música que montou na sua sala – no inicio da pandemia – o Samuel leva a Gazeta W numa viagem à sua infância, onde tudo isto começou.

Tinha, por volta, de 12 anos de idade, quando dedilhou as primeiras teclas – um órgão que encontrou no salão da casa dos patrões da sua mãe. 

Sem nenhum adulto por perto e tomado pela curiosidade, começou a explorar os sons que era capaz de extrair daquele instrumento e, inspirado pelo hit musical da altura, surpreendeu a sua mãe a tocar Lambada, um dos discos de vinil que ouviam em casa. 

E eis que nasce, desta forma, o músico de “ouvido”, que, por esta atura, já podia contar com “um pianinho” que a mãe, por conta daquele episódio surpreendente, lhe comprou. 

O piano foi um cunho muito importante no percurso musical do Samuel e ainda se faz presente, todavia, a sua grande paixão ainda estava por vir – a guitarra. Este fantástico instrumento de cordas que o inspira e o absorve na “sua bolha” e que aprendeu a tocar com um amigo a quem ensinou, por sua vez, piano.

Para o Samuel, a música é, acima de tudo, um hobby, através do qual se desliga da rotina e entra em contacto consigo próprio. E, outras vezes, um promovedor de convívio. Não raras eram as vezes – antes da pandemia – que se reunia em sua casa com amigos músicos e “cantavam e tocavam” até as horas lhes permitirem. 

Mas nem sempre em privado tocou o Samuel! 

Os Oitentamente foi uma banda fundada por sua iniciativa e de um amigo, em 2010, com a qual tocou em muitos bares, eventos e convenções. Por força das prioridades da vida, o Samuel e outros elementos que integraram originalmente a banda, já não fazem parte do projeto, muito embora, Os Oitentamente ainda se mantenha.

Para o futuro, o Samuel deixa uma porta aberta de possibilidades, não descartando a hipótese de formar uma nova banda ou, quem sabe, gravar e publicar as suas próprias músicas.

Gazeta W torce para que assim seja e, até lá, deixa-te com o Samuel Lopes no teclado d’Os Oitentamente…